Por que é quem não merece que sempre acaba ganhando? Por que sempre o melhor time nunca ganha o campeonato? E o cara mais legal nunca consegue aquela mina? Ou por mais que se tente fazer tudo certo, alguma coisa, geralmente chamada de azar, acontece? A sorte nunca acompanha quem merece!
Onde será que está aquele Happy End dos desenhos do Walt Disney!?
Chegando ao fim da primeira fase, algumas impressões ficaram: . La Marseillaise vai ficar pra próxima, por quê ultimamente tá foda. Espero que a França faça igual a Holanda, mande as velharias pro museu e traga a piazada pra jogar bola. . Por falar em Holanda, ela não parece um time da década de 60, com aquelas camisas de gola e o Van der Saar com aquele cabelinho? . Cadê o Simeone e o Kily Gonzalez? A Argentina perdeu a graça sem eles. 6x0 é coisa pra cábron. A gente quer porrada, carrinho, voadora!! . Poucos pênaltis e faltas! Será que tem a ver com o seleção acima!? . Uma seleção com um atacante chamado Kone não pode ir pra frente, ainda mais quando ele só cava penâlti. (Roubando a piadinha do Scream & Yell) . A seleção africana do ano é... Gana!!! . Alguém agüenta o Galvão? . Acho que vou ganhar muitas bohemias essa Copa!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!! ARGENTINA!!ARGENTINA!!ARGENTINA!!
yes and drew him down to me so he could feel my breasts all perfume yes and his heart was going like mad and yes I said yes I will Yes.
Últimas frases de Ulysses de James Joyce
Tem prazeres na vida que o nosso medo nos impede de desfrutar.
Um deles é Ulysses de James Joyce. Como muito bem comentado por Lielson Zeni: "mais cultuado do que lido...". Contudo afirmação acima não deve ser encarada como negativa. A obra de Joyce chamou a atenção, nem sempre positiva, desde pessoas como Jorge Luís Borges (escritor argentino), Jacques Derrida (filósofo francês) - que produziu um ensaio sobre Finnegans Wake -, Antonio Houaiss - aquele mesmo do dicinário - e Haroldo de Campos (poeta e tradutor) - que chegou a organizar a Bloomsday em São Paulo.
Embora considerado por muitos como em escritor chato e cansativo, o fato de ter incomodados ou impressionado tantas pessoas ao redor do globo é no mínimo admirável. A sua principal obra (que não arriscaria afirmar ser a melhor) é Ulysses, romance ambientado em Dublin na começo do século XX. Neste obra nem um pouco curta, é narrada um dia da vida de Leopold Bloom, e das pessoas que estão ao seu redor. A data é 16 de junho de 1904... uau! É hoje!
Acho que já escrevi demais pra quem não o leu!! hahaha... Somente não poderia deixar de passar essa data em branco, senão eu teria que falar da outra, mas acho que sei melhor desta (aff, não ia falar disso).
Aqui ficam dois links: - The Internet Ulysses (Versão on-line em inglês do livros, com comentários e links) - Ulysses for Dummies (Versão "animada" da obra)
Talvez um dia em crie coragem e o enfrente, como deveria!
Desconsiderando o lado "político correto" da tira, é interessante notar a maneira que as pessoas andam, mostrando um certo descaso pela vida...
Ia falar um pouco isso, mas acabei lembrando desse texto, simplesmente PERFEITO.
Hoje, a mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do asilo: "Sua mãe falecida: Enterro amanhã. Sentidos pêsames". Isto não quer dizer nada. Talvez tenha sido ontem.
Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito Exijo respeito, não sou mais um sonhador Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor E dou risada do grande amor... mentira!
Perdido nesse mundão de Deus... O mundo é bão Sebastião... The world has changde and left me here... É uma recordação que o há de acompanhar decerto até o outro mundo... se houver outro mundo. .. A porta do mundo é aberto...
edit inclusão de última hora (hahaha.. timing, não?) Nothing's gonna change my world.
submundo sobremundo (i)mundo todo mundo Mundo, mundo, vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo...
De todas as criações de Charles M. Schulz, nenhuma me foi tão marcante quanto a garotinha ruiva, símbolo-mor de todos os amores idílicos e nunca concretizados.
Pobre Charlie Brown. Todos nós sentimos compaixão por ele, porque ele simboliza todas as nossas frustrações, inseguranças e fracassos na vida. O que dizer de alguém que não recebeu um cartão sequer no Dia dos Namorados, jamais conseguiu fazer voar uma pipa porque todas enganchavam em alguma árvore, nunca ganhou um jogo de beisebol (e nem chutar as bolas seguradas pela Lucy) e, principalmente, jamais teve coragem para falar com a garotinha ruiva e confessar o seu amor?
Questiona Charlie em uma das tiras dos Peanuts: "mas o amor não existe para fazer a gente feliz?" Nem sempre, Minduim, nem sempre. Que o digam as angústias caladas, os sentimentos represados, as inseguranças que atormentam uma pessoa enredada pelo vórtice da paixão. Tal como na Quadrilha de Drummond, os personagens de Schulz sofrem com amores não-correspondidos. Sally ama Linus que ama sua professora; Lucy ama Schroeder que ama Beethoven; Patty Pimentinha ama Charlie Brown que ama a garotinha ruiva. E, assim como Linus aguarda em vão pela chegada da Grande Abóbora (nos mesmos moldes da espera de Estragon e Wladimir por Godot), a turma do Snoopy ama infrutiferamente. Nós, que somos leitores e espectadores voyeurs da obra de Schulz, rimos com suas histórias. E no entanto esse sorriso é banhado por melancolia, porque todos nós já tivemos um momento Charlie Brown em algum instante de nossas vidas.
Quem acompanhou as histórias de Snoopy e sua turma através dos desenhos exibidos todo domingo à noite no SBT pode me questionar: ué, mas Charlie não chegou a beijar a garotinha ruiva uma vez? Sim: foi no especial para a TV "It's Your First Kiss, Charlie Brown", produzido em 1977. Contudo, vale a pena ressaltar que ela jamais foi mostrada em uma tira sequer (a não ser por meio de menções feitas por outros personagens), e que sua aparição no desenho animado foi realizada à revelia de Schulz. A propósito, os produtores do programa deram até mesmo um nome para a garotinha ruiva: Heather.
Para os puristas (incluo-me entre eles), essa aparição é apócrifa e completamente oposta ao espírito original da personagem. Afinal de contas, como nomear ou dar face ao Mistério? Porque a garotinha ruiva nada mais é do que a metáfora daquele amor idílico que perseguimos na juventude: aquele amor que jamais terá rugas ou saldo negativo no banco, que nunca pendurará calcinhas no chuveiro ou esquecerá de levantar a tampa do vaso sanitário, e que permanecerá para sempre imaculado e perfeito em nossos sonhos platônicos.
. O video é do post do dia 02/06/2006 . O texto, de autoria do próprio Alexandre Inagaki, é 01/06/2006 (hahahahaha)